Bruno Peixoto é eleito deputado federal mais votado de Goiás
Com 186.603 votos e 92% das urnas apuradas, presidente da Alego conquista vaga na Câmara dos Deputados
O presidente da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), Bruno Peixoto (União Brasil), foi eleito deputado federal com 186.603 votos, segundo apuração de quase 92% das urnas. Ele será novamente o parlamentar mais votado do estado, repetindo o desempenho de 2022, quando foi o deputado estadual mais votado com 73.692 votos.
Em pronunciamento, Peixoto atribuiu o resultado a mais de 26 anos de serviço público em Goiás e à gestão transparente na Alego, que rendeu ao parlamento o selo diamante de transparência. "Destinamos recursos não só para Goiânia, mas para os 246 municípios do Estado", afirmou.
Peixoto presidiu a Alego por dois mandatos, sendo eleito e reeleito por unanimidade entre os pares, feito inédito. Foi líder do governo Ronaldo Caiado (hoje no PSD) de 2019 a 2022. Membro de família proprietária de postos de combustível em Goiânia e no interior, foi duas vezes vereador na capital.
Sua trajetória política começou em movimentos estudantis, presidindo centros acadêmicos e a União Estadual de Estudantes. Em 2004, foi eleito vereador por Goiânia pela primeira vez. Reelegeu-se em 2008 com 12.850 votos. Em 2010, elegeu-se deputado estadual com 35.424 votos, sendo reeleito em 2014 com 37.826. Em 2018, conquistou 34.655 votos. Seguiu os passos do pai, o vereador Sebastião Peixoto (PSDB).
Durante a presidência da Alego, implantou o programa Deputados Aqui, que levou serviços gratuitos a 104 municípios goianos, totalizando mais de 500 mil atendimentos em 55 edições. Criou também a Procuradoria Especial da Mulher, voltada à promoção dos direitos das mulheres, combate à violência de gênero e fortalecimento de políticas públicas de proteção e autonomia feminina.
"Nosso compromisso é cuidar das mulheres goianas em todas as áreas, garantindo proteção, saúde, acolhimento, autonomia e oportunidades. Criamos a Procuradoria Especial da Mulher e levamos esse trabalho para os municípios porque queremos que essas políticas cheguem a quem realmente precisa. Também avançamos na saúde, com iniciativas importantes para a prevenção e o diagnóstico. São ações que deixam um legado e, acima de tudo, ajudam a transformar e salvar vidas", declarou.
Na área da saúde da mulher, destacou-se o projeto que originou a Lei Estadual n.º 20.707, de 14 de janeiro de 2020, autorizando o Estado a realizar, via convênio com o SUS, exame para detecção de mutações genéticas nos genes BRCA1 e BRCA2 em mulheres com histórico familiar de câncer de mama ou ovário.
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