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Curiosidades, Goiânia, Goiás

De cemitérios a colégios: Conheça 15 lugares considerados mal-assombrados em Goiânia

Entre prédios abandonados, hospitais e casarões antigos, a capital goiana coleciona décadas de lendas urbanas. Descubra os pontos onde coisas (muito) estranhas acontecem.

15/03/2026 15:37
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De cemitérios a colégios: Conheça 15 lugares considerados mal-assombrados em Goiânia

Por Redação Goiás Agora

Goiânia não é feita apenas de belos parques e avenidas arborizadas. Com décadas de histórias, a cidade coleciona lendas, becos escuros, prédios abandonados e tragédias que a tornam um prato cheio para os amantes de um bom "causo" de terror e mistério.

Para você que tem coragem (ou pura curiosidade), preparamos uma lista com 15 lugares pra lá de arrepiantes espalhados por Goiânia. Confira as histórias que rondam esses endereços:

1. Centro Cultural Martim Cererê (Setor Sul)

As caixas d'água que hoje formam os charmosos teatros do Martim Cererê guardam lendas obscuras da época da Ditadura Militar. Funcionários e frequentadores garantem já ter ouvido gritos e passos no meio da noite. Há relatos de que as luzes e o som dos teatros ligam sozinhos. A lenda diz que são almas de torturados que nunca saíram de lá.

2. Colégio Santa Clara (Setor Campinas)

A torre do sino da capela é considerada mal-assombrada por gerações de alunos. Algumas salas e corredores têm entrada proibida, e quem desobedece relata uma sensação de frio e peso no ar. A lenda mais famosa envolve uma freira que teria morrido tragicamente na piscina do colégio; até hoje, dizem ouvir o barulho de água batendo durante a noite.

3. A Casa da Rua 228 (Setor Coimbra)

A placa de ‘Aluga-se’ no portão branco dessa casa parece eterna. A lenda conta que um casal foi brutalmente assassinado no local. Desde então, dezenas de inquilinos já passaram por lá, alguns não aguentando sequer uma semana, relatando vozes, passos e objetos voando dos armários.

4. Hospital desativado no Pedro Ludovico

Fica em frente ao Parque Areião. Um antigo estagiário relata ter visto a maçaneta de uma porta de um pavilhão desativado girar sozinha. Ao tentar abrir, a porta estava trancada por fora há anos. Funcionários antigos evitam andar sozinhos pelos corredores vazios.

5. Faculdade de História da UFG (Vila Itatiaia)

Estudantes e vigias contam que o espírito do Padre Luís Palacin, o maior historiador do estado, ainda anda pelos corredores do prédio durante as madrugadas. Uma ex-aluna que adormeceu e ficou trancada no prédio relatou ter vivido uma das noites mais aterrorizantes de sua vida.

6. Tribunal de Justiça (Setor Oeste)

A construção antiga coleciona histórias. Servidores que fazem plantão noturno juram que já ouviram passos ecoando pelas escadarias e viram os elevadores subirem e descerem, abrindo as portas totalmente vazios, sem que ninguém tivesse apertado o botão.

7. Instituto de Educação de Goiás (Vila Nova)

Reza a lenda que os espíritos de três irmãs vagam pelo local. Uma delas teria falecido após uma queda no auditório. Alunos contam que no pavilhão de cima há um porão oco de entrada desconhecida e uma antiga piscina de cerâmica aterrada onde outra tragédia teria ocorrido.

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8. Colégio Gonçalves Ledo (Setor Fama)

A proximidade com o cemitério Jardim das Palmeiras já traz um clima pesado. A lenda diz que alunos que matavam aula pulando o muro que dá direto para o cemitério relatavam ver vultos entre os túmulos e voltavam pálidos, recusando-se a falar sobre o assunto.

9. Prédio abandonado na Avenida Goiás (Setor Central)

No cruzamento da Av. Goiás com a Rua 2, um prédio abandonado atrai curiosos. Quem teve coragem de entrar garante que as paredes internas possuem símbolos exóticos em tinta vermelha. Durante a madrugada, quem olha para as janelas vazias jura ver movimentações e sombras.

10. Teatro Goiânia (Setor Central)

Dizem que existe um túnel secreto, construído na Ditadura Militar, ligando o teatro ao Palácio das Esmeraldas. O túnel foi fechado, mas até hoje funcionários relatam que, na calada da noite, "o chão range, o teto estala e as janelas uivam" misteriosamente.

11. Cemitério Santana (Setor Campinas)

O cemitério mais antigo da cidade é famoso pela lenda dos "caroneiros fantasmas". Taxistas e motoristas relatam que pessoas pedem carona nos arredores do cemitério durante a madrugada e, ao chegarem no endereço de destino, simplesmente desaparecem do banco de trás.

12. Antigo Leite Gogó (Setor Fama)

Apesar de o local ter mudado, a lenda permanece. Na região, próxima ao cemitério Jardim das Palmeiras, a "Mulher de Branco" foi avistada dezenas de vezes. Segundo o mito, ela morreu na estrada e passou a assombrar motoristas, surgindo repentinamente na frente dos faróis.

13. A Casa da Rua 57 (Setor Central)

O endereço exato é mantido em segredo, mas a casa fica próxima ao antigo terreno do Césio 137. Antigos moradores relatam a presença de um "menino fantasma" chamado Pitibá. Uma ex-moradora relata que o rádio da cozinha ligava sozinho e a figura da criança chegou a ser vista de relance por empregadas.

14. O 8º andar do Parthenon Center (Setor Central)

Na década de 70, tragédias reais marcaram a construção deste prédio na Rua 4. Após suicídios no 8º andar, a administração simplesmente "interditou" o pavimento. O elevador pula do 7º direto para o 9º andar. Funcionários relatam ouvir barulhos e uma voz agonizante pedindo água no corredor trancado com cadeados.

15. O Massacre da Rua 74 (Setor Central)

Em 1957, uma família inteira foi assassinada a golpes de machado em uma casa na Rua 74. Apenas um bebê de dois anos sobreviveu, escondido debaixo da cama. O crime brutal chocou a jovem capital. Até hoje, dizem que quem passa em frente ao antigo lote durante a madrugada sente um mal-estar súbito e ouve vozes horripilantes.

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