Link copiado com sucesso!
Esporte, Mundo

Faltam 21 dias: Copa do Mundo de 2026 deve quebrar recorde histórico e movimentar mais de US$ 6 bilhões

Com 48 seleções e sediada na América do Norte, edição se consolida como o maior fenômeno de mídia e patrocínio do esporte global.

22/05/2026 11:41
17 lidos
Compartilhe:
Faltam 21 dias: Copa do Mundo de 2026 deve quebrar recorde histórico e movimentar mais de US$ 6 bilhões

Por Redação Goiás Agora

A contagem regressiva está afunilando! Faltam apenas 21 dias para a abertura da Copa do Mundo de 2026, e o planeta futebol já começa a respirar o clima do torneio sediado conjuntamente por Estados Unidos, Canadá e México. Mas além do espetáculo dentro das quatro linhas, os bastidores econômicos prometem uma verdadeira goleada financeira.

De acordo com projeções da consultoria especializada Ampere Analysis, o Mundial de 2026 está prestes a se tornar o evento esportivo mais lucrativo da história, quebrando a barreira dos US$ 6 bilhões (cerca de R$ 31 bilhões) em receitas combinadas de direitos de transmissão e contratos publicitários.

O Efeito das 48 Seleções no Mercado

Este será o primeiro Mundial da história a contar com 48 seleções participantes (16 a mais do que no modelo anterior). Na prática, mais países classificados significam mais jogos, mais dias de transmissão e, consequentemente, uma exposição comercial sem precedentes para as marcas globais.

O gigantismo do torneio atraiu novos investidores e inflou os cofres da FIFA em duas frentes principais:

1. Bilhões em Patrocínio: O Peso das Novas Marcas

Os acordos de patrocínio e ativações comerciais devem injetar sozinhos cerca de US$ 2,4 bilhões na competição. O mercado norte-americano puxou a fila de novos parceiros institucionais.

  • Estreantes de Peso: Empresas como DoorDash, Bank of America e ADI Predict Street lideram a lista de novos patrocinadores oficiais.
  • Os Tradicionais: Gigantes que historicamente estampam os torneios da FIFA continuam firmes, como Adidas, Coca-Cola e Visa.
  • Turismo e Consumo em Alta: Setores de alimentação, hotelaria e aviação concentram grandes contratos, com a presença de marcas como Qatar Airways, Frito-Lay, Diageo, Mengniu Dairy, American Airlines, Budweiser e Marriott Bonvoy.

2. Direitos de Transmissão e a Força do Streaming

A arrecadação com direitos de mídia deve ultrapassar a marca histórica de US$ 3,8 bilhões. O valor representa um salto expressivo de 22% de crescimento em comparação com a Copa do Mundo de 2022, disputada no Catar.

  • Explosão nos EUA: O interesse do público norte-americano fez os contratos de TV locais valorizarem impressionantes 94% em relação ao último Mundial.
  • A Invasão das Plataformas Digitais: Além das emissoras de TV aberta e fechada tradicionais, os serviços de streaming conquistaram fatias importantes do bolo de transmissão. A plataforma digital DAZN, por exemplo, adquiriu os direitos exclusivos para exibir as partidas em mercados altamente competitivos, como Japão, Itália e Espanha.

Para os analistas de mercado, a escolha da América do Norte como sede, aliada à expansão do número de seleções, transformou o futebol em um produto de publicidade definitivo, atraindo empresas que antes não investiam no esporte convencional. O espetáculo promete ser grandioso na TV, no celular e, claro, nos cofres.

Leia mais notícias sobre Esporte, Mundo no Goiás Agora e fique por dentro de tudo!

Avalie esta notícia

Comentários (0)

Seja o primeiro a comentar nesta matéria.