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Saúde

Saúde mental e dependência química exigem atenção e apoio especializado

Especialistas alertam para os impactos das drogas lícitas e ilícitas no emocional, comportamento e qualidade de vida da população

10/05/2026 18:05
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Saúde mental e dependência química exigem atenção e apoio especializado

Por Redação Goiás Agora

A relação entre saúde mental e dependência química tem se tornado uma das maiores preocupações de especialistas da área da saúde em todo o mundo. O consumo abusivo de drogas lícitas, como álcool e cigarro, além de substâncias ilícitas, pode provocar sérios impactos emocionais, físicos e sociais, afetando diretamente a qualidade de vida dos usuários e de suas famílias.

De acordo com profissionais da saúde, a dependência química é considerada uma doença que pode alterar o funcionamento do cérebro e comprometer áreas ligadas ao controle emocional, tomada de decisões e comportamento.

Entre os problemas mais associados ao uso excessivo de substâncias estão ansiedade, depressão, crises de pânico, alterações de humor, isolamento social e dificuldades de relacionamento familiar e profissional.

Drogas lícitas também oferecem riscos

Especialistas destacam que drogas legalizadas, como bebidas alcoólicas e cigarros, também podem causar forte dependência e sérios danos à saúde mental e física.

O consumo frequente de álcool, por exemplo, pode aumentar os riscos de depressão, agressividade, transtornos emocionais e acidentes. Já o tabagismo está associado não apenas a doenças respiratórias e cardiovasculares, mas também a níveis elevados de ansiedade e dependência química.

Além disso, o uso inadequado de medicamentos controlados sem acompanhamento médico também preocupa profissionais da saúde, principalmente em casos de automedicação e uso prolongado.

Impactos das drogas ilícitas

Substâncias ilícitas podem provocar alterações intensas no funcionamento cerebral, aumentando os riscos de surtos psicológicos, paranoia, perda de memória, dificuldades cognitivas e transtornos psiquiátricos.

Especialistas alertam que o uso contínuo dessas drogas pode comprometer estudos, trabalho, convivência familiar e relações sociais, além de aumentar a vulnerabilidade a situações de violência e exclusão social.

Tratamento e apoio são fundamentais

Profissionais da saúde reforçam que a dependência química tem tratamento e que buscar ajuda especializada é um passo importante para a recuperação.

O acompanhamento pode envolver médicos, psicólogos, psiquiatras, terapeutas e grupos de apoio, além do suporte familiar, considerado essencial durante o processo de reabilitação.

Em Brasil, a rede pública de saúde oferece atendimento por meio dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), unidades especializadas no acompanhamento de pessoas com transtornos mentais e dependência química.

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