Coletivo Coca-Cola alcança 1 milhão de jovens formados no Brasil
Programa de inclusão produtiva do Instituto Coca-Cola Brasil chega ao marco com rede de mais de 400 parceiros empregadores e contratações feitas pela Coca-Cola BANDEIRANTES
O Instituto Coca-Cola Brasil anunciou que o Coletivo Coca-Cola, sua plataforma de inclusão produtiva, alcançou a marca de 1 milhão de jovens impactados no país. A iniciativa oferece formação e busca ampliar o acesso de jovens, prioritariamente em situação de vulnerabilidade socioeconômica, a oportunidades de trabalho e geração de renda.
Segundo o instituto, a escala foi possível por meio de uma atuação que reúne diferentes setores. O Sistema Coca-Cola contribui para levar a iniciativa a distintas regiões e conectar os jovens a vagas de trabalho. Ao todo, a rede conta com mais de 400 parceiros empregadores. Entre eles, a Coca-Cola BANDEIRANTES contrata jovens formados pelo Coletivo, criando uma ponte entre a preparação para o mercado e a inserção profissional.
"Construir uma iniciativa capaz de chegar a 1 milhão de jovens exige consistência, capacidade de adaptação e uma rede comprometida com o mesmo propósito. Ao longo dessa trajetória, ampliamos nossa presença, aprimoramos nossas soluções e fortalecemos o ecossistema para que mais jovens pudessem acessar novas possibilidades para suas vidas profissionais", afirma Daniela Redondo, diretora-executiva do Instituto Coca-Cola Brasil.
Para Pedro Henrique Ferreira, gerente de Recursos Humanos da Coca-Cola BANDEIRANTES, a conexão com o Coletivo é essencial para aproximar a empresa dos jovens talentos disponíveis na região. "O Coletivo tem um papel muito importante na preparação dos jovens para o mercado de trabalho, contribuindo para o desenvolvimento e, principalmente, gerar confiança para dar os primeiros passos na vida profissional", diz.
O marco ocorre em um período de mudanças na estrutura demográfica brasileira, com envelhecimento da população e redução gradual da proporção de pessoas em idade economicamente ativa. Nesse cenário, ampliar a participação dos jovens no mercado de trabalho se torna uma questão cada vez mais relevante para empresas e para a economia.
Dados da PNAD Contínua/IBGE mostram que, no segundo trimestre de 2026, a taxa de desemprego entre jovens de 18 a 24 anos foi de 11,4%, mais que o dobro da média nacional, de 5,4%. Entre adolescentes de 14 a 17 anos, o índice chegou a 21,2%. Para o Instituto Coca-Cola Brasil, os números reforçam a necessidade de aproximar formação e oportunidades concretas, especialmente em um cenário no qual as empresas também precisam encontrar e desenvolver novos profissionais.
"Não se trata apenas de preparar jovens para uma vaga. Inclusão produtiva significa criar condições para que eles tenham perspectivas de desenvolvimento e autonomia financeira, ao mesmo tempo em que as empresas encontram novos talentos para suas necessidades. Quando essas duas demandas se conectam, o impacto ultrapassa a trajetória de cada pessoa e chega às famílias, aos territórios e à própria economia", finaliza Daniela Redondo.
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