Honda City 2027 chega com facelift e preços de R$ 117.500 a R$ 156.400
Atualização mantém geração de 2022, mas redesenha dianteira, amplia equipamentos e mantém motor 1.5 flex e câmbio CVT.
A Honda do Brasil apresentou a linha 2027 do City, que mantém a atual geração lançada em 2022, mas recebe atualizações visuais e de conteúdo. Os preços variam de R$ 117.500 a R$ 156.400, dependendo da versão e da carroceria (sedã ou hatch).
A principal mudança está na dianteira, que ganhou um conjunto mais elaborado, com alterações nos faróis, na grade e no para-choque, conferindo ao modelo uma aparência mais imponente. Na traseira, as mudanças são discretas, já que o desenho original mantém boa aceitação. O destaque fica para a nova assinatura luminosa, mais sofisticada, mas restrita às versões Touring e RS.
Todos os City 2027 passam a utilizar faróis Full LED, com luzes de condução diurna (DRL) divididas e projetor único com tecnologia BiLED para os fachos alto e baixo. A grade superior adota desenho de colmeia e se integra a uma moldura na cor da carroceria, enquanto o logotipo da Honda em duas dimensões aparece na região central. Os para-choques também foram redesenhados: no sedã, a parte inferior utiliza uma abertura central trapezoidal com elementos horizontais; no hatch, a composição incorpora uma grade com padrão de colmeia. A linha recebe novas rodas de liga leve de 16 polegadas, exceto a versão de entrada LX, que utiliza calotas.
A versão RS acrescenta elementos visuais exclusivos, como rodas de 16 polegadas, detalhes externos em preto, spoiler, ponteira de escapamento esportiva e emblemas RS. Na cabine, traz teto preto, costuras vermelhas e pedaleiras de alumínio. Nas versões Touring e RS, a central multimídia passa a ter tela de 10 polegadas, com comandos multitouch e conexão sem fio para Android Auto e Apple CarPlay. O painel, no entanto, continua utilizando áreas de plástico rígido, e o LaneWatch permanece como solução de assistência à visibilidade lateral.
A mecânica não foi alterada. O City utiliza motor 1.5 flex de quatro cilindros, com injeção direta, comando duplo, i-VTEC e VTC, rendendo 126 cv a 6.200 rpm, tanto com etanol quanto com gasolina. O torque máximo é de 15,8 kgfm com etanol e 15,5 kgfm com gasolina. O câmbio é CVT, com simulação de sete marchas pelo sistema Step-shift e função EDDB, que aumenta o freio-motor em determinadas situações de desaceleração. No City Sedan, o consumo oficial do PBEV é de 9,1 km/l na cidade e 10,8 km/l na estrada com etanol; com gasolina, os números são de 12,9 km/l e 15,3 km/l, respectivamente.
A linha mantém seis airbags em todas as versões e amplia a disponibilidade do Honda Sensing, pacote de assistência à condução que inclui controle de cruzeiro adaptativo com Low Speed Follow, frenagem automática de emergência, assistente de permanência em faixa, mitigação de saída de pista e comutação automática dos faróis. O sistema myHonda Connect passa a estar disponível a partir da versão EXL, permitindo consultar informações do veículo e executar funções remotas pelo celular. O jornalista viajou a convite da Honda do Brasil.
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